28 novembro 2011

é isto a que chamam liberdade?

Photobucket
Museu Berardo, Lisboa
Agosto 2010

8 comentários:

du disse...

angry dykes?

K disse...

obrigaste-me a ver o que raio é que são dykes....e fizeste-me lembrar de uma tira do softworld...é que essa desculpa das lésbicas parece uma bela da maneira de os homens se sentirem melhores, não?

Cat disse...

acho que é uma curiosa e falaciosa concepção da liberdade feminina ... até pode ser que o pensamento subjacente seja justificado, mas, quanto a mim, parece-me é que algo vai muito mal na forma como se perspectivam as relações inter-pessoais!

du disse...

k, nem por isso. os homens não têm que se sentir melhores, apenas iguais. e qualifiquei-as de angry dykes porque o que é demais é fastio.
já não está em causa a dita libertação, mas uma espécie de extremismo desnecessário.

Cat disse...

concordo!

K disse...

vocês os dois ocasionalmente são tão sérios e chatos....não admira que sejam amigos ;D adiante

vamos lá aqui esclarecer uma coisa: eu não sou a favor de extremismos. no entanto, talvez por ser uma intervenção num museu, o que pode acarretar sempre algum exagero, e não um manifesto escrito e sustentado, e eu andar cada vez mais relaxada, não fiz uma leitura tão séria ou tão à letra (conquanto tivesse deixado a ressalva, daí o título, que acaba por ser ambivalente). se calhar vi mais o pensamento subjacente, como referes Cat. por exemplo, não vi o "ni marido" como uma ausência efectiva de uma relação, mas sim o corte da subjugação do tradicional matrimónio.

mas Du, tens que convir que com esse comentário das lésbicas, colocaste-te no mesmo patamar fastioso que censuras. é que por norma, infelizmente, os homens atiram logo essa para cima da mesa, sem pensar ou admitir que é o comportamento de muitos homens que leva àquele tipo de extremismo (o que não significa que passe a ser justificado ou legítimo). e confesso, que para isso, falta-me alguma paciência.

du disse...

K, eu não estou a escrever para as câmaras da RTP em horário nobre nem a dirigir-me a uma audiência tão elevada que justifique um comentário ponderado ou sequer explicação do "tom" jocoso do meu primeiro comentário (pelo menos no primeiro tiro).

de qualquer modo, já perceberam onde quis chegar. ;)

K disse...

tom jocoso por tom jocoso, prefiro o que uma amiga minha comentou, e que foi qualquer coisa do género: há por aí muito problema mal resolvido...tipo cornos!

;)