15 setembro 2009

depois da tempestade vem sempre a bonança

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Praga
Junho 2009

11 comentários:

LORENZO MONSANTO disse...

Quis que o destino lhe fosse destemido e irreverente. Que a dor não lhe doesse. Que um dia, sim - um dia soubesse que o que teria de enfrentar, amanhã não lhe existesse, apenas e senão na sua cabeça destruída. Que a morte venha reclamar esse boneco....

Milky Bay disse...

Olá tá tudo.

K disse...

Eeeeehhh Lorenzo, ou eu estou a interpretar mal as tuas palavras (o que é bem possível tendo em conta que não tenho lido um cu - vou ali bater com a cabeça nas paredes!), ou aqui a ideia é de esperança e não de morte e fim. A não ser que seja realmente, e somente, para o boneco...os bonecos que temos dentro de nós e se confundem connosco...acho que agora sou eu que estou a ficar confusa...

Ó leitoso, que raio de comentário acéfalo é esse?! Tu consegues melhor, vá! (mas já gostei da visita! beijo enorme e abraço apertado!)

Ana disse...

o candeeiro branco..da direita... parece-me um par de .... olhos ( eheheh)

K disse...

Pois....e não pensaste em mais nada, pois não?!

Gata2000 disse...

Se eu fosse gajo o candeeiro ter-me-ia parecido outra coisa, mas não sou e olhei para o boneco - literalmente - e pensei na frase que postaste: será que depois de sermos "mortalmente" feridos no nosso orgão que bombeia sangue - sim o coração - ele pode eventualmente curar-se??

E eu pergunto e respondo-me ao mesmo tempo, sou uma gaja prática pá, e impaciente, não gosto de ficar à espera, por isso pensei: claro que pode, é tudo uma questão de tempo, quando passa a tempestade, lá fica a calmaria á espera de novo tormento!

Sim que estas coisas do coração são um nunca acabar de emoções contraditórias! :)))))

K disse...

Realmente tens razão....aquilo são mais mamas!!!

E de resto também tens razão; ou melhor, eu concordo contigo e foi exactamente isso que quis dizer (conquanto haja coisas que nos deixam periclitantemente à beira da descrença...).

Gata2000 disse...

K - A questão é que estaremos sempre à beira da descrença, mas de coração aberto para ultrapassar uma desconfiança que nos é, afinal, intrinseca.

K disse...

Opá, agora deixaste-me aqui confusa a pensar nessa dualidade de descrentes mas de coração aberto e....olha, já nem sei que te diga! Mas se por um lado consigo ser negativista e desconfiada, por outro sou uma pessoa sempre e bastante crente. Só que, e o que quis dizer, que há coisas que me deixam mais descrente, com menos fé (é isso!), do que outras.

47 disse...

Dizem que sim! Eu gostava de acreditar em tal expressão tão usada, mas confesso que cada vez menos tenho algum tipo de crença em frases populares. Mas como li nos comentarios em cima, é a crença que mais nos move. Isto se interpretei eu bem. Gostei do boneco na foto. Bom restart de blog.

K disse...

47, tão novo e já tão descrente?! Eu confesso que gosto da sabedoria popular, sendo que a maioria tem um fundo de verdade. Tal como esta.
(por acaso esta foto não foi a do restart, mas esqueci-me de ir às definições mudar, eheheheh)